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23 de julho de 2014

" O modelo dos modelos" de Ìtalo Calvino e o AEE

O texto de Ítalo Calvino é análogo à questão profissional e sobretudo a vida e seus desdobramentos. Algo que parece dissociável, na minha opinião está em estreita e constante relação.
Explico melhor.
Como pensar as particularidades do trabalho voltado ao aluno com deficiência se não pensamos nas particularidades de todas as crianças? 
Como pensar e considerar a diversidade humana, se as atitudes de modo geral são pautadas no padrão e em modelos pre - estabelecidos?
Como compreender que cada pessoa se constitui por meio da sua própria história, se acreditarmos que só há apenas um único modo de aprender?
Essas são apenas algumas das perguntas que surgiram durante a leitura e permearam a releitura do texto que narra a reflexão e a mudança do Sr. Palomar na forma de ver o mundo, as pessoas e as vicissitudes da vida.
Aliás... para que seja possível "olhar pensando" é necessário descontruir os modelos que previamente são formatados para encaixar aquele ou aquilo que se pretende. Neste ponto, ou melhor, neste e em vários outros é que devemos nos reportar ao trabalho proposto para o AEE, ou seja para o que escolhemos fazer enquanto profissional, mas que reflete a forma de vermos as pessoas, as diferenças e o mundo tal como se apresenta.
Diria que as propostas do AEE e também toda a sua fundamentação e argumentação na busca e alcance de uma educação de qualidade para todos, mostram que a desconstrução de modelos é o caminho legítimo e necessário para a real e efetiva inclusão de todos os alunos que chegam à escola.
Ao considerar cada aluno nas suas particularidades e modo de aprender, estamos falando que não apenas um caminho, mas sim que os caminhos são muitos, diferentes e inusitados.
Planejar o que e como ensinar requer antes de mais nada, a formulação de perguntas sobre o que a prática pedagógica pretende e para quem esta será dirigida. O "quem" envolve toda a subjetividade que se coloca em jogo na relação "ensinar e aprender", ou seja, há sujeitos envolvidos e que trazem para o campo educacional toda uma gama de experiências, preferências, histórias, dúvidas, receios, interesses e conhecimentos e que devem ser considerados na ação pedagógica.
Assim como o Sr. Palomar, quando nos colocamos a pensar sobre a educação e o que esta tem de especial, temos que antes de mais nada nos livrar dos modelos que buscam a padronização e homogeneização, pois só assim será possível pensar em como ensinar a partir do olhar e da escuta atenta ao aluno e sua história e desconstruir informações que teimam rotular os alunos.
Assim, rotular ganha a conotação de exclusão, portanto Ítalo Calvino ao contar o percurso do Sr. Palomar faz um alerta e de forma poética nos convoca a pensar sobre o que nos cabe, enquanto agentes ativos na construção de uma sociedade mais solidária e humana e na corresponsabilidade pela desconstrução dos modelos que na maioria das vezes impede que lindas histórias sejam escritas.

9 de junho de 2014

O que vai acontecer hoje? Estratégia para elaboração da rotina junto a criança com TEA e seu grupo

          O Transtorno do Espectro Autista (TEA) é caracterizado por prejuízo nas interações sociais recíprocas. Podem aparecer padrões de comunicação estereotipados e repetitivos, assim como estreitamento nos interesses e nas atividades.
          Com relação à interação social apresentam dificuldades em iniciar e manter uma conversa. Pode ocorrer evitação do contato visual e ao toque. As crianças apresentam seus interesses de maneira diferenciada e podem fixar sua atenção em uma só atividade, como observar determinados objetos, por exemplo.
          Com relação à comunicação verbal podem repetir as falas dos outros - fenômeno conhecido como ecolalia - ou, ainda, comunicar-se por meio de gestos ou com uma entonação mecânica, fazendo uso de jargões.
          Crianças com transtornos de desenvolvimento apresentam diferenças e merecem atenção com relação às áreas de interação social e comunicação. Na escola, mesmo com tempos diferentes de aprendizagem é primordial que sejam levadas a participar das atividades e terem seus interesses (particulares) socializados com a turma.
           Estabelecer rotinas em grupo para ajudar o aluno a incorporar regras de convívio social são atitudes de extrema importância que podem colaborar com o desenvolvimento, interação e aprendizagem.


ELABORAÇÃO DA ROTINA ESCOLAR REPRESENTADA POR OBJETOS

Aluno da educação infantil com TEA
Recurso a ser utilizado em sala de aula com todo o grupo.

           O recurso selecionado destina-se a uma turma de educação infantil cujas crianças tem 5 anos de idade. É parte deste grupo, um aluno com Transtorno do Espectro Autista (TEA) que apresenta significativa dificuldade na interação, comunicação e restrito tempo de permanência nas atividades coletivas.
          Visando oferecer pistas visuais (objetos mais escrita) para promover a antecipação das atividades do dia, foram selecionados objetos que representam as situações de aprendizagem a serem propostas para o grupo.

          Este recurso também poderá oferecer aos alunos a possibilidade de planejar-se e preparar-se para o que irá acontecer ao longo do período de aula e se for o caso, lidar com os imprevistos e mudanças que muitas vezes são inevitáveis.
          O material deverá ser apresentado para todo o grupo, de modo que todos possam conhecer cada cartão/objeto e relacioná-lo com as atividades.
          A professora em conjunto com os alunos apresentará cada cartão, colocando-o na sequência em que as atividades acontecerão. É importante que neste momento os alunos também saibam onde e como as atividades acontecerão.
          Poderá ser solicitado aos alunos que coloquem os cartões na sequência e a cada atividade finalizada o grupo poderá voltar às referências para constatar o que já aconteceu e o que ainda irá acontecer.
          Quando ocorrer alguma mudança, os cartões também mudarão de posição, possibilitando que os próprios alunos façam os arranjos necessários.
          Cabe ressaltar que apesar desta intervenção ser disparada pela necessidade do aluno com TEA que pertence ao grupo a atividade é proposta para todos e a abordagem deve ocorrer de forma coletiva.


 

20 de abril de 2014

Surdocegueira e Deficiência Múltipla


É relevante identificar a diferença entre surdocegueira e deficiência múltipla, visto que o conhecimento sobre cada uma oportunizará intervenções e encaminhamentos específicos que poderão atender de forma mais assertiva as necessidades bem como poderão maximizar o potencial para aprender, se comunicar e orientar-se nos diferentes contextos.
A surdocegueira é uma deficiência única caracterizada pela perda da audição e visão de tal forma que a combinação das duas deficiências impossibilita o uso dos sentidos de distância e cria necessidades especiais de comunicação para acessar informações e compreender o mundo que o cerca.
É uma limitação caracterizada por sérios problemas como: a comunicação com o meio; com a orientação com o meio e com a obtenção de informação.
Pode ser congênita, ou seja, quem nasce com esta deficiência como, por exemplo, no caso da mulher que contraiu rubéola na gestação cujo bebê foi acometido. E também pode ser adquirida, ou seja, quando a pessoa nasce ouvinte e vidente e devido as mais variadas e diferentes causas pode adquirir a surdocegueira.
A deficiência múltipla trata-se do conjunto de duas ou mais deficiências associadas, de ordem física, sensorial, mental, emocional ou de comportamento social.  “No entanto, não é o somatório dessas alterações que caracterizam a múltipla deficiência, mas sim o nível de desenvolvimento, as possibilidades funcionais, de comunicação, interação social e de aprendizagem que determinam as necessidades educacionais dessas pessoas.” (MEC – 2006).
Assim como na surdocegueira a deficiência múltipla pode ser de etiologia congênita (acometimento antes do nascimento) ou adquirida (acometimento durante ou após o nascimento) cujas causas são as mais diversas.
Tanto na surdocegueira como na deficiência múltipla as necessidades básicas são semelhantes, pois em ambas deficiências trata-se das seguintes demandas: construção e aprimoramento do esquema corporal; organização postural e de movimentos; aprimoramento da coordenação viso motora; introdução e desenvolvimento de sistema de comunicação e aquisição da linguagem.

11 de março de 2014

Educação Escolar de Pessoas com Surdez – Atendimento Educacional Especializado em Construção

A trajetória histórica da educação da pessoa com surdez revela que por muito tempo a definição sobre os rumos do ensino para tal público ficou pautada no debate acirrado entre gestualistas e oralistas.
Enquanto a preocupação em relação à escolha da “melhor” forma de comunicação ocorria, se esquecia da urgência do investimento no potencial global da pessoa com surdez. Este fato fez que as questões prioritárias que se referem ao ensino de qualidade fossem colocadas em segundo plano protelando o processo de inclusão escolar.É relevante destacar que a nova Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva (2008) traz no seu texto os princípios norteadores para a construção de uma educação de qualidade para todos e rechaça a ideia do ensino para a pessoa com surdez ocorrer à margem da escola de ensino comum apartado dos ouvintes.
Esta posição traduz a crença no potencial da pessoa com surdez uma vez que não há deficiência, mas sim prejuízo sensorial auditivo que “limita” esta função, mas não impede que outros processos perceptuais ocorram, sejam integrados e originem a constituição de uma pessoa consciente de si, que constrói conhecimento, transita na linguagem e nas várias línguas ao seu entorno.
A educação pautada no enfoque bilíngue e antagônica as posições herméticas e dicotomizadas – surdos e ouvintes – propõe a construção de relações que sejam sustentadas não só pela língua do ouvinte – Língua Portuguesa, mas também pela Libras, considerada a primeira língua da pessoa com surdez.
Desta forma, ambas as línguas transitariam em equivalência oferecendo a pessoa com surdez ampla possibilidade social, cultural e educacional. 
A ressignificação da pessoa com surdez como sujeito de possibilidades e que tem o direito de aprender, passa pela escola e pela definição expressa no Decreto 5.626 de 5 de dezembro de 2005, que garante o ensino em Libras e Língua Portuguesa, pois ambas são línguas de instrução e comunicação devendo ser acessadas simultaneamente no ambiente escolar. 
Para tanto a nova Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva (2008) que traz no seu bojo a intenção de derrubar fronteiras e reconhecer as diferenças como parte do pluralismo que é parte da diversidade humana, propõe o Atendimento Educacional Especializado (AEE) para pessoas com surdez (AEE-PS).
O AEE – PS é composto por três distintos momentos didático- pedagógicos. Quais sejam: AEE de Língua Brasileira de Sinais (Libras); AEE em Libras e AEE para o ensino da Língua Portuguesa.
O termo “distinto” traduz a importância de se compreender cada momento, pois há diferenças importantes e significativas que devem consideradas e respeitadas.
AEE de Libras trata do ensino de Libras o qual ocorre todos os dias em período contrário a frequência na sala de aula de ensino comum. Deve ser desenvolvido por um professor e/ou instrutor de Libras, preferencialmente surdo.
O planejamento do atendimento deve considerar o diagnóstico sobre o tipo de conhecimento do aluno com surdez sobre a Língua de Sinais e respeitar as especificidades da língua, principalmente no que tange a pesquisa e estudo para a introdução de termos científicos.

O AEE em Libras ocorre no contra turno, diariamente e deve ser desenvolvido por um professor preferencialmente surdo, com pleno conhecimento em Libras.
O AEE em Libras tem por objetivo trabalhar os conceitos da língua e ensinar e enriquecer os conteúdos curriculares abordados em sala. O aluno deverá ser provocado a levantar hipóteses, questionar, analisar, elaborar ideias e conceitos, relacionados aos conteúdos estudados em sala de aula.

AEE para o ensino da Língua Portuguesa deve ser realizado na sala de recurso multifuncional em horário diferente ao da sala de ensino comum e ser desenvolvido por um professor formado em Língua Portuguesa que corrobore com a proposta – pressupostos teóricos e linguísticos - de ensino bilíngue para o aluno com surdez.
O objetivo deste trabalho é levar o aluno com surdez a desenvolver competência linguística ou gramatical e textual para que possa criar sequências linguísticas respeitando a estrutura gramatical da Língua Portuguesa.

Esta proposta é considerada um importante avanço nas discussões e proposições para o ensino da pessoa com surdez, porém cabe ressaltar que muito há que acontecer para que de fato mudanças efetivas ocorram e sedimente um novo jeito de pensar e fazer educação para as pessoas com surdez.

Referência:
DAMÁZIO, M.F.; FERREIRA, J. Educação Escolar de Pessoas com Surdez – Atendimento Educacional Especializado em Construção. Revista Inclusão: Brasília: MEC, V. 5, 2010. p. 46-47.
 

8 de dezembro de 2013

Audiodescrição

"A audiodescrição é o recurso que permite a inclusão de pessoas com deficiência visual em cinema, teatro e programas de televisão. No Brasil, segundo dados do IBGE, existem aproximadamente 16,5 milhões de pessoas com deficiência visual total e parcial, que encontram-se excluídos da experiência audiovisual e cênica."
"A acessibilidade nos meios de comunicação é um tema que está em pauta no mundo todo. Os esforços neste sentido visam não apenas proporcionar o acesso a produtos culturais a uma parcela da população que se encontra excluída, como também estabelecer um novo patamar de igualdade baseado na valorização da diversidade."(www.audiodescrição.com.br)
Audiodescrição do Carnaval no Rio de Janeiro - 2011

A acessibilidade permite que as pessoas com deficiência participem e compartilhem das várias manifestações culturais, neste caso, do Carnaval.
Na escola, a audiodescrição de um desfile de escola de samba, poderá abrir espaço para o debate e análise sobre a construção histórica do Carnaval e suas diferentes manifestações e representações regionais.

19 de outubro de 2013

Jogo: possibilidade de aprendizagem.


Professores e profissionais da educação comprometidos com sua prática educacional e consciente da responsabilidade de ensinar reconhecem a importância do jogo no processo de desenvolvimento e aprendizagem dos alunos.
O jogo não se constitui simplesmente em “passatempo”, mas corresponde a contextos em que são colocadas situações que precisam ser resolvidas considerando regras e procedimentos estabelecidos previamente e de forma partilhada.
No jogo a criança está na relação com o outro e é na interação que nasce a possibilidade da ação participativa, ativa e autoral.
O jogo instiga a curiosidade, desperta a atenção, provoca a memória favorecendo o desenvolvimento e aprendizagem por meio do uso de recursos cognitivos.
O jogo estimula o aluno a observar, conhecer, perceber diferenças e semelhanças, as coisas do ambiente em que vive e, sobretudo levantar hipóteses e estabelecer relações entre conhecimentos construídos e novas informações.   
Jogar é essencial, pois oportuniza ao aluno brincar por meio da exploração da criatividade para resolver problemas, utilizando suas potencialidades de maneira integral.
Jogo Lince
Este jogo é composto por um tabuleiro com imagens variadas, cartelas correspondentes as imagens do tabuleiro e pinos ou contas de diferentes cores.
É organizado com regras e procedimentos simples, porém requer de seus participantes atenção, memória, agilidade e tolerância ao desafio.Para jogar cada participante recebe as cartelas com as mesmas imagens que estão no tabuleiro. Depois do sinal devem tentar localizá-las rapidamente e marcá-las com seus pinos ou contas coloridas. Quem colocar primeiro suas fichas será o vencedor.
Jogo Lince
Acreditando que este recurso poderá ser adotado na sala de aula ou então na SRM algumas modificações poderão ser realizadas buscando atender as dificuldades, potencialidades e interesses dos alunos.
Não se trata de um jogo específico para “este ou aquele” aluno o que possibilita que todos, indistintamente tenham acesso à proposta inclusive o aluno com deficiência intelectual. O jogo não requer adaptações “inviáveis, complicadas ou especializadas” o que poderia dificultar a sua adoção na sala de aula. A abordagem, mediação e leitura do processo do aluno, isso sim fará toda a diferença para o conhecimento e compreensão de como os mecanismos de aprendizagem operam e estão a serviço da ampliação e construção de novos conhecimentos e portanto da aprendizagem. 


 Algumas ideias...
Uma história como tema para o jogo.

Tabuleiro de Lince em tamanho grande



Considerando que o aluno com deficiência intelectual requer intervenções pontuais e específicas, é determinante que no percurso a mediação do professor seja constante e instigue o aluno a pensar sobre o que e como fazer, frente a proposta colocada pelo professor.  Assim, não basta apresentar um jogo.
Primeiramente o professor deverá selecionar o jogo que atenda aos interesses do aluno, considere suas experiências e seja significativa e desta forma potencializar os mecanismos indispensáveis para a construção de novos conhecimentos e que estes possam ser transferidos para outros contextos.
Os temas, disposição, tamanho das imagens poderão ser os mais variados para atender aos interesses, preferências e conhecimentos já construídos.
Os tabuleiros poderão ser confeccionados em conjunto com os alunos e ser de vários tamanhos e composição, como por exemplo: fotos dos amigos da sala; familiares; lugares já conhecidos (escola, comunidade e família); objetos; animais; alimentos; palavras, entre outros.
A intervenção do professor do AEE deverá ser permeada por proposições e indagações que levem o aluno a pensar sobre o que está fazendo e progressivamente agir por meio das suas próprias percepções.
Após a apresentação do jogo (procedimentos, objetivos e demais informações) o professor poderá fazer questionamentos que levem o aluno a: recuperar as informações; organizá-las no contexto; contar sobre o que aconteceu; contar sobre o que foi mais difícil e mais fácil de realizar; criar novos modos de jogar. Enfim, também são as indagações que poderão mobilizar os mecanismos de aprendizagem (memória, atenção, transferência de aprendizagem, cognição e metacognição) para colaborar com o aluno na apropriação do conhecimento.

9 de setembro de 2013

Tecnologia Assitiva - Acionadores


A criança com deficiência física que apresenta dificuldades acentuadas de movimento  requer recursos de tecnologia assistiva que podem colaborar para a potencialização dos  movimentos preservados direcionando-os para atingir determinado objetivo e potencializando a intenção para o fazer.

Assim, os acionadores assumem papel importante e significativo para a diminuição das barreiras e para o processo de aprendizagem dos alunos com deficiência física, pois apóia o fazer e, sobretudo a conclusão do fazer que fora planejado (intenção).
Acoplar acionadores a brinquedos adaptados e que podem ser movimentados com um  leve toque, coloca a criança em contato com as suas possibilidades além de favorecer experiências de sucesso.
Existem acionadores de alto e baixo custo. Manufaturados ou confeccionados que podem ser adotados. Entretanto para que o recurso atenda de fato as necessidades particulares e interesses da criança é fundamental que ocorra avaliação do movimento, postura e posteriormente ela seja ensinada a usar o recurso.

Acionador de Pressão Micro Light - Acionador pequeno e extremamente sensível ao toque.  

Acionador de Pressão - Uma pequena pressão sobre a tampa do acionador

                                                   proporciona o acionamento de diversas aplicações. 



Acionador de Tração - Acionador que funciona através de um cadarço que é puxado para produzir o contato elétrico. A pessoa pode tê-lo amarrado ao dedo, pé, punho ou onde for indicado. Com uma pequena força (menos de 30 gramas) é possível ligar / desligar o que estiver conectado a ele. É fixado com Velcro autoadesivo que acompanha o produto, podendo ser colocado sobre a mesa, cadeira, suporte entre outros.